Gestão de carbono inteligente para o varejo brasileiro. Transforme sua operação com CarbonOS.











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Respostas curtas sobre Escopo 3, energia das lojas, refrigeração e regras de carbono no varejo. Para ver isso com os dados da sua rede, agende uma demonstração.
A Carbonova liga ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA, a energia de lojas e centros de distribuição, os registros de manutenção da refrigeração, os dados de frota e transporte e as compras de mercadorias no ERP. O CarbonOS calcula as emissões por loja, canal e SKU, aponta lojas fora do padrão de consumo e de reposição de gás refrigerante e ordena medidas pelo custo e pelo CO₂ evitado, enquanto o agente de cadeia de suprimentos trabalha o Escopo 3 com os fornecedores.
A maior parte está fora das lojas: nos produtos comprados dos fornecedores e no transporte, que formam o Escopo 3. Em média, as emissões da cadeia de suprimentos das empresas que reportam ao CDP são 26 vezes maiores que as das operações diretas (CDP, 2024). Nas lojas e nos centros de distribuição pesam a eletricidade de refrigeração, climatização e iluminação, no Escopo 2, e os vazamentos de gases refrigerantes, que entram no Escopo 1.
O SBCE (Lei 15.042/2024) vale para operadores de instalações que emitem mais de 10 mil tCO₂e por ano, e a proposta de cronograma de MRV, que ainda não tem versão final, não inclui o varejo, mas põe alimentos e bebidas, fornecedores frequentes das redes, na segunda fase. Para redes de capital aberto, o relato no padrão ISSB (Resolução CVM 193) é voluntário desde a Resolução CVM 244, de 2026, e, se adotado, inclui o Escopo 3, onde costuma estar a maior parte da pegada de um varejista.
Desde 1º de janeiro de 2024, qualquer unidade consumidora do Grupo A, atendida em média ou alta tensão, pode escolher o fornecedor de energia, e as com carga abaixo de 500 kW compram por meio de um comercializador varejista (Portaria MME 50/2022). Para redes com lojas e centros de distribuição nessa faixa, isso abre a contratação de energia renovável com preço negociado. O CarbonOS mede o consumo por loja e calcula o Escopo 2 pelos métodos de localização e de mercado, com a evidência de cada contrato.
O agente de cadeia de suprimentos coleta os dados de emissão dos fornecedores e os classifica com scorecards de risco, para que compras e sustentabilidade priorizem as categorias que mais pesam. Só quatro em cada dez empresas engajam seus fornecedores em temas de clima (CDP, 2024), e é aí que está a maior alavanca de um varejista. A linhagem de cada número mostra se ele vem de dado do próprio fornecedor ou de um fator médio, o que orienta onde pedir dado primário.
O CarbonOS lê o ERP, como TOTVS, Senior, SAP ou Oracle, as notas fiscais (NF-e e NFS-e), medidores de energia e dados de IoT das lojas e da cadeia de frio, além de TMS e WMS da logística, e normaliza e versiona tudo. Cada valor guarda a linhagem até a nota ou o medidor de origem, o fator de emissão versionado e o histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3, o que sustenta relatórios e alegações ambientais.