[SETOR AUTOMOTIVO]

A pegada de carbono de cada veículo, do aço à linha de montagem.

O CarbonOS cruza a lista de materiais, os dados dos fornecedores e a energia das plantas e calcula a pegada de cada modelo e de cada peça. Os mesmos dados atendem ao MOVER, ao inventário de Escopos 1, 2 e 3 e aos compradores na Europa.
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Linha de soldagem de carrocerias com robôs em uma fábrica de automóveis (ilustração gerada por IA)
PEGADA POR VEÍCULO
kg CO₂e
por modelo e por peça: aço, alumínio, bateria, pintura, montagem e logística.
Técnica inspeciona o pack de bateria de um veículo elétrico na linha de montagem (ilustração gerada por IA)
[COMO FUNCIONA]

Da lista de materiais à pegada de cada veículo, em um único pipeline.

O CarbonOS lê do ERP a lista de materiais (BOM) e as compras, recebe a pegada das peças dos fornecedores e soma a energia e os combustíveis das plantas. Cada número volta à peça, ao fornecedor e ao fator de emissão usado.
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Materiais e peças
Energia das plantas
CarbonOS
Pegada por veículo
[POR QUE AGORA]

A pegada de cada veículo virou condição de venda.

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ATÉ 31/12/2026

MOVER: registro da pegada dos veículos vendidos no Brasil.

O Decreto 12.435/2025 pede o registro do inventário de carbono das plantas e da pegada dos veículos comercializados no país. A partir de 1º/1/2027, entram requisitos obrigatórios de pegada do berço ao túmulo, definidos pelo MDIC.

A PARTIR DE 18/02/2027

Passaporte digital para baterias de veículos elétricos na UE.

Pelo Regulamento (UE) 2023/1542, cada bateria de veículo elétrico colocada no mercado da UE precisa de passaporte digital. A declaração da pegada de carbono da bateria passa a valer 12 meses após o ato delegado que fixa o método de cálculo.

PROPOSTA PARA 2028

O CBAM pode chegar às peças de aço e alumínio.

A UE negocia estender o CBAM a produtos derivados de aço e alumínio, incluindo peças de veículos, a partir de 1º/1/2028. Os compradores europeus vão pedir as emissões incorporadas de cada peça.

Situação em novembro de 2026. As regras em negociação na UE podem mudar.

[O QUE VOCÊ RECEBE]

Pegada por veículo, cadeia de fornecedores e relatórios em uma só plataforma.

Quatro agentes do CarbonOS fazem o trabalho: o Carbon Intelligence calcula a pegada dos veículos e o inventário, o Supply Chain reúne e confere os dados dos fornecedores, o Proof Engine guarda a trilha de cada número e o Compliance Hub prepara os relatórios do MOVER, do SBCE e do CBAM.
Pegada por veículo e por modelo
Pegada por peça
Inventário de Escopos 1, 2 e 3
Trilha de auditoria por número
MOVER, SBCE e CBAM
Dados dos fornecedores conferidos
Engenheira confere a pegada de carbono da produção em um tablet, ao lado da linha de montagem (ilustração gerada por IA)
[Perguntas frequentes]

Pegada de carbono no setor automotivo: perguntas frequentes

Respostas curtas sobre pegada por veículo, MOVER e as regras da UE que chegam à cadeia automotiva. Para ver tudo isso com os seus dados, agende uma demo.

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Como se calcula a pegada de carbono de um veículo?

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A partir da lista de materiais: cada peça e material (aço, alumínio, plásticos, bateria) recebe a pegada informada pelo fornecedor ou um fator de emissão com fonte e versão registradas. Somam-se a energia e os combustíveis das plantas, a pintura, a montagem e a logística; no ciclo do berço ao túmulo, entram também o uso e o fim de vida. O CarbonOS segue a ISO 14067 na pegada de produto e o GHG Protocol no inventário da empresa.

O que o MOVER exige sobre pegada de carbono?

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Pelo Decreto 12.435/2025, que regulamenta o MOVER, fabricantes e importadores declaram, até 31 de dezembro de 2026, o registro do inventário de carbono das plantas de origem e da pegada de carbono dos veículos comercializados no país. A partir de 1º de janeiro de 2027, passam a valer requisitos obrigatórios de pegada de carbono do berço ao túmulo, definidos em ato do MDIC. Confirme os detalhes da sua habilitação com a sua equipe jurídica.

Como entram os dados dos fornecedores?

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O Supply Chain reúne a pegada das peças informada pelos fornecedores, confere a consistência dos dados e separa o que é dado primário do que é estimativa. Onde o fornecedor ainda não tem o dado, entra um fator de emissão médio com fonte registrada, e o relatório mostra o peso de cada estimativa no total.

O CarbonOS se conecta ao ERP da montadora?

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Sim. O Signal Ingest lê a lista de materiais, as compras e a produção do ERP (SAP, TOTVS e outros) por API, conexão ao banco de dados ou importação de arquivos, com acesso somente leitura. Nenhum dado precisa ser redigitado.

Quais regras da UE afetam a cadeia automotiva?

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Três frentes: o passaporte digital das baterias de veículos elétricos, obrigatório a partir de 18 de fevereiro de 2027 pelo Regulamento (UE) 2023/1542, que também prevê a declaração da pegada de carbono da bateria; a proposta de estender o CBAM a peças de aço e alumínio a partir de 2028, ainda em negociação; e os pedidos de dados de clientes que reportam pela CSRD.

O que é preciso para começar?

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Uma exportação da lista de materiais e das compras, ou acesso ao ERP, além das contas de energia e dos registros de combustíveis das plantas. Na demo, a Carbonova mostra como esses dados viram pegada por veículo e por peça, e o que envolve conectar o seu ERP.