Produza aço de baixo carbono com monitoramento preciso. Otimize com CarbonOS.

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Respostas curtas sobre custo, emissões e regras de carbono numa siderúrgica. Para ver tudo isso com os dados da sua usina, agende uma demonstração.
A Carbonova liga os dados do alto-forno, da aciaria, da laminação e da energia ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA que calcula as emissões por tonelada de gusa e de aço, aponta desvios no consumo de carvão, gás e eletricidade e compara cenários de sucata, gases de processo e rota tecnológica pelo efeito no custo e no CO₂. O Carbonova Build, em acesso antecipado, acrescenta simulação de processo e controle avançado.
Na rota integrada, a maior parte vem do alto-forno, onde coque e carvão reduzem o minério de ferro e liberam CO₂; sinterização, coqueria e fornos de reaquecimento completam a conta. Por isso a rota pesa tanto: em 2024, a média mundial foi de 2,34 tCO₂ por tonelada de aço na rota alto-forno com aciaria a oxigênio (LD), contra 0,69 tCO₂ no forno elétrico a arco com sucata (worldsteel, 2025).
O SBCE (Lei 15.042/2024) exige relato de quem emite mais de 10 mil tCO₂e por ano e conciliação com cotas acima de 25 mil tCO₂e. Na proposta de cronograma de MRV que passou por consulta pública em 2026, a siderurgia integrada está na primeira fase, com plano de monitoramento em 2027, e a semi-integrada na segunda, até 2029; o texto final ainda não saiu. Quem exporta para a União Europeia também fornece dados de emissões aos importadores sujeitos ao CBAM.
O custo recai sobre o importador europeu, que desde 1º de janeiro de 2026 entrega certificados CBAM pelas emissões embutidas em ferro-gusa, semiacabados e produtos de aço; o preço de referência do terceiro trimestre de 2026 foi de € 82,32 por tonelada. Sem dado verificado da usina, vale o valor padrão com acréscimo de 10% em 2026, 20% em 2027 e 30% a partir de 2028, por isso dado verificado vira vantagem de preço.
O agente de planejamento usa os dados reais da usina para simular e ordenar, pelo custo por tonelada de CO₂ evitada, medidas como mais sucata na carga, melhor aproveitamento dos gases de alto-forno, coqueria e aciaria, recuperação de calor e troca de combustível. Na Alemanha, usinas integradas cobrem a maior parte da própria eletricidade queimando gases de processo (UBA, 2019), e o Carbonova Build acrescenta análise pinch das trocas de calor.
O CarbonOS calcula a pegada por produto a partir dos dados de produção, energia e insumos, com linhagem até a origem, fator de emissão versionado e histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3. A mesma base alimenta o relato ao SBCE, os dados de emissões que o importador europeu precisa para o CBAM e os pedidos de pegada de carbono de montadoras e de outros clientes.