
















Risco climático deixa de ser relatório estático: cenários sobre ativos reais, impacto financeiro e mitigação priorizada.
Riscos físicos, operacionais e regulatórios projetados sobre a sua operação real, do Asset Graph.
Cada risco recebe pontuação indexada e cálculo de valor em risco (VaR) por cenário.
Ações sugeridas por risco, com alertas regulatórios (CBAM, SBCE) integrados ao Compliance Hub.
Respostas curtas sobre cenários, risco físico e de transição e relato climático. Para ver o risco nos seus ativos, agende uma demonstração.
O Risk Management é o agente do CarbonOS que pontua os riscos climáticos físicos, de transição e regulatórios de cada ativo e da empresa como um todo. Ele projeta cenários sobre a operação real mapeada no Asset Graph, calcula o valor em risco por cenário e prioriza ações de mitigação. O resultado alimenta relatos alinhados à TCFD e à IFRS S2 e os alertas regulatórios do Compliance Hub.
Ele atende diretores financeiros, gestores de risco e times de sustentabilidade e compliance de setores como mineração, energia, cimento, siderurgia e agronegócio, que precisam saber quanto calor, seca, cheias ou custo de carbono podem pesar no resultado. Esse custo já é concreto: a precificação direta de carbono cobre pouco mais de 29% das emissões globais (Banco Mundial, 2026). O agente traduz essa exposição numa pontuação comparável entre plantas e em ações priorizadas.
O agente parte do Asset Graph, o gêmeo digital dos ativos, processos e fluxos de energia, e dos dados operacionais que o Signal Ingest traz de SCADA, ERP e medidores. Sobre essa base, projeta riscos físicos, operacionais e regulatórios por cenário, dá a cada risco uma pontuação indexada e calcula o valor em risco. As emissões vêm do inventário do Carbon Intelligence, com trilha de auditoria até a origem.
Sim. O relato é alinhado à IFRS S2, que incorpora integralmente as recomendações da TCFD (IFRS Foundation, 2023). A norma exige análise de cenários climáticos proporcional às circunstâncias da empresa e a divulgação dos cenários usados, inclusive se algum está alinhado ao acordo climático internacional mais recente, mas não impõe cenários específicos. No Brasil, o relato nesse padrão pela Resolução CVM 193 é voluntário desde a Resolução CVM 244/2026.
O Asset Graph fornece a localização e os processos de cada ativo, o Signal Ingest traz os dados operacionais e o Carbon Intelligence entrega as emissões. O Sentinel AI acrescenta sinais de satélite, o Supply Chain estende a análise aos fornecedores e o Compliance Hub dispara alertas regulatórios, como CBAM e SBCE. As ações priorizadas seguem para o Decarbonization Planner, e o Investment Agent usa a mesma visão de risco na due diligence de ativos.
Cada risco recebe uma pontuação indexada e um valor em risco por cenário, calculado sobre os ativos reais da empresa, com premissas explícitas e versionadas. No risco de transição, o cálculo pode usar preços públicos de carbono como referência: o certificado CBAM, por exemplo, custou € 82,32 por tonelada no terceiro trimestre de 2026 (Comissão Europeia, 2026). Assim o risco aparece como valor financeiro, e não só como nota.