Construção e Real Estate: carbono incorporado e emissões de obra sob controle. Com o CarbonOS.











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Respostas curtas sobre carbono incorporado, energia dos edifícios e regras de carbono na construção. Para ver isso com os dados das suas obras, agende uma demonstração.
A Carbonova reúne no CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA, as emissões do canteiro (diesel, geradores e energia), as quantidades e EPDs dos materiais comprados e o consumo de energia dos edifícios em operação. Com isso calcula o carbono incorporado e o operacional por obra e por empreendimento, compara alternativas de material e de retrofit pelo efeito no custo e no CO₂ e gera relatórios com trilha de auditoria até a nota fiscal ou o medidor.
Vêm de duas frentes: o carbono operacional, da energia usada para climatizar, iluminar e operar os edifícios, e o carbono incorporado, dos materiais, do transporte e da obra. Somadas, edificações e construção respondem por 34% das emissões globais de CO₂, e o setor depende de materiais como cimento e aço, responsáveis por 18% das emissões mundiais (PNUMA, 2025). Por isso a escolha dos materiais pesa tanto quanto a eficiência do prédio.
O SBCE (Lei 15.042/2024) não regula a construção civil diretamente, mas a proposta de cronograma de MRV, que ainda não tem versão final, põe cimento e siderurgia integrada na primeira fase, com plano de monitoramento em 2027, o que deve gerar dados de emissão verificados nos fornecedores. Para empresas abertas, o relato no padrão ISSB (Resolução CVM 193) é voluntário desde a Resolução CVM 244, de 2026, e inclui o Escopo 3, onde ficam os materiais comprados.
A Taxonomia Sustentável Brasileira (Decreto 12.705/2025) é a referência oficial, de uso voluntário, para rotular produtos financeiros sustentáveis e orientar incentivos fiscais e de crédito. Um edifício novo pode se qualificar com etiqueta ENCE A do PBE Edifica (B para residenciais) ou simulação equivalente, mais um inventário do carbono incorporado ou de Escopos 1 a 3 verificado por terceira parte; um retrofit comercial, com corte de 20% na demanda anual de energia primária. O CarbonOS calcula esses inventários e guarda as evidências.
O agente de cadeia de suprimentos reúne as EPDs e os dados dos fornecedores, e o agente de planejamento compara, para cada obra, alternativas como cimentos com adições e aço de forno elétrico a sucata pelo custo e pelo CO₂ evitado. A diferença pode ser grande: na média mundial, o aço de forno elétrico a sucata emite 0,69 tCO₂ por tonelada, contra 2,34 na rota de alto-forno (worldsteel, 2025).
Sim. O CarbonOS lê compras e notas fiscais (NF-e) do ERP, como TOTVS, Senior, SAP ou Oracle, além de medições de energia e dados de IoT do canteiro e dos edifícios, e guarda para cada valor a linhagem até o documento de origem, o fator de emissão versionado e o histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3. A mesma base serve ao relato voluntário pela CVM 193, à taxonomia e aos pedidos de investidores e clientes.