
















O Escopo 3 sob controle: as 15 categorias do GHG Protocol, risco de fornecedor e engajamento automatizado para coletar o dado que falta.
Cobre toda a cadeia de valor — das compras à logística — nas 15 categorias do GHG Protocol.
Pontua risco por fornecedor e prioriza onde o impacto — e a incerteza — são maiores.
Aciona fornecedores com campanhas automatizadas e otimiza rota logística sustentável.
Respostas curtas sobre Escopo 3, dados de fornecedores, risco e logística. Para ver a sua cadeia mapeada, agende uma demonstração.
O Supply Chain é o agente do CarbonOS que gerencia as emissões de Escopo 3, das compras à logística, nas 15 categorias do GHG Protocol. Ele coleta dados de fornecedores com questionários e campanhas automáticas, pontua o risco climático de cada fornecedor em scorecards e calcula as emissões de transporte e distribuição para apoiar escolhas de rota, modal e consolidação de cargas.
Ele atende times de suprimentos, sustentabilidade, logística e compliance, em setores como varejo, químicos, agronegócio e indústria exportadora, cujos clientes pedem a pegada dos produtos. Segundo o GHG Protocol, a maior parte das emissões corporativas vem de fontes de Escopo 3, fora das operações próprias. Sem dado de fornecedor, a empresa fica com estimativas genéricas e não sabe onde reduzir nem o que responder a clientes e investidores.
O Signal Ingest traz compras e notas fiscais (NF-e e NFS-e) de ERPs como TOTVS, Senior, SAP e Oracle, e dados de frete de sistemas TMS e WMS. O agente classifica esses dados nas categorias do Escopo 3, aplica fatores de emissão versionados e prioriza os fornecedores em que o impacto e a incerteza são maiores. Campanhas automáticas pedem o dado que falta, e cada número mantém a linhagem até a origem.
O relato pela Resolução CVM 193, voluntário desde a Resolução CVM 244/2026, segue as normas CBPS, equivalentes à IFRS S1 e S2, e a IFRS S2 inclui o Escopo 3. Para exportadores, a pressão maior vem da Europa: desde 2026, o importador sujeito ao CBAM que não tem dado verificado do fornecedor paga sobre valores padrão, com acréscimo de 10% em 2026, 20% em 2027 e 30% a partir de 2028 (1% para fertilizantes). Dado de fornecedor rastreável vira argumento comercial.
O Signal Ingest traz os dados de compras e frete, o Carbon Intelligence consolida o Escopo 3 no inventário e o Proof Engine guarda a linhagem de cada número. O Risk Management e o Sentinel AI acrescentam risco climático e sinais de satélite sobre os fornecedores, e o Compliance Hub leva os dados a relatórios como CSRD, CBAM e EUDR. O Decarbonization Planner inclui ações com fornecedores no roteiro de redução, e o CircularOS trata de matérias-primas secundárias.
Comece pelo que já existe. Para bens e serviços comprados, o GHG Protocol aceita quatro métodos: específico do fornecedor, híbrido, de dados médios e baseado em gastos, este último aplicando fatores de emissão ao valor comprado (GHG Protocol, 2013). O agente parte das compras e notas fiscais para estimar a categoria e troca a estimativa por dado do fornecedor à medida que as campanhas trazem respostas, começando onde o impacto e a incerteza são maiores.