
















Decisão de capital com lastro de dados: triagem de ativos alinhados ao clima, due diligence automatizada e monitoramento de portfólio.
Rastreia oportunidades por critérios ESG e de descarbonização, com dados auditáveis por trás.
Insights de due diligence e cálculo de retorno com ligação direta ao inventário e ao risco climático.
Acompanha o portfólio com risco integrado — do Risk Management — e evidência do Proof Engine.
Respostas curtas sobre triagem climática, due diligence e alinhamento a taxonomias verdes. Para ver isso no seu portfólio, agende uma demonstração.
O Investment Agent é o agente do CarbonOS que faz a triagem climática e a due diligence de ativos e portfólios. Ele avalia cada ativo por critérios climáticos, regulatórios e de governança, analisa o risco físico e de transição com dados do Risk Management e do Sentinel AI e acompanha a exposição climática do portfólio, com alertas quando algo muda. Foi feito para gestores de fundos, investidores institucionais e family offices.
O principal é provar, com dado auditável, que um ativo ou um fundo é de fato alinhado ao clima. No Brasil, a Resolução CVM 175 exige que fundos com termos como ASG, verde ou sustentável no nome informem no regulamento os benefícios esperados, a metodologia de qualificação e como divulgam os resultados. O agente reúne essa evidência ativo por ativo, para analistas ASG, comitês de investimento e áreas de risco e compliance.
A triagem filtra ativos por critérios ASG e de descarbonização, com uma pontuação por trás de cada resultado. Na due diligence, o agente cruza as emissões do inventário, o risco físico e de transição do Risk Management e os sinais de satélite do Sentinel AI, e calcula o retorno com ligação direta a esses dados. No monitoramento, acompanha o portfólio e reclassifica ativos quando surgem mudanças regulatórias ou de exposição.
O agente classifica ativos pelo alinhamento à EU Taxonomy, ao Climate Bonds Standard da CBI e aos Green Bond Principles da ICMA, e gera disclosures de portfólio compatíveis com TCFD e ISSB. A IFRS S2 pede informação adicional sobre emissões financiadas a quem faz gestão de ativos, e emendas de dezembro de 2025, válidas a partir de 2027, permitem limitar a categoria 15 do Escopo 3 a essas emissões (IFRS Foundation, 2025). No Brasil, o relato pela Resolução CVM 193 é voluntário.
O Risk Management entrega o risco físico, de transição e regulatório de cada ativo, e o Sentinel AI acrescenta sinais de satélite e dados industriais. O Carbon Intelligence fornece o inventário de emissões, e o Proof Engine guarda a linhagem de cada número usado na análise, para que o comitê de investimento veja de onde ele veio. O Trading Desk entra quando o portfólio inclui créditos de carbono, com a mesma pontuação de integridade.
Ele confere o título contra os quatro componentes centrais dos Green Bond Principles: uso dos recursos, processo de avaliação e seleção de projetos, gestão dos recursos e relato (ICMA, 2025). Depois analisa os projetos financiados quanto ao risco físico e de transição e às emissões, e compara o resultado com a EU Taxonomy e o Climate Bonds Standard. A decisão de investir continua sendo do gestor.