Produza cimento de baixo carbono com monitoramento preciso. Otimize com CarbonOS.











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Respostas curtas sobre custo, emissões e regras de carbono numa fábrica de cimento. Para ver tudo isso com os dados da sua planta, agende uma demonstração.
A Carbonova liga os dados do forno, dos moinhos e da energia ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA que calcula as emissões por tonelada de clínquer e de cimento, aponta desvios de consumo térmico e elétrico e compara cenários de combustível alternativo e de fator clínquer pelo efeito no custo e no CO₂. A mesma base de dados gera os relatórios para SBCE, CBAM e ISSB, com trilha de auditoria até a origem.
Cerca de 60% vêm da calcinação do calcário na produção de clínquer, que libera o CO₂ contido no próprio material, e o restante vem sobretudo da queima de combustível no forno (Fórum Econômico Mundial, 2023). Por isso as alavancas que mais pesam são o fator clínquer, de 72% na média mundial segundo a mesma fonte, e a matriz térmica do forno.
O SBCE (Lei 15.042/2024) exige plano de monitoramento e relato de emissões de quem emite mais de 10 mil tCO₂e por ano, e conciliação com cotas acima de 25 mil tCO₂e. A proposta de cronograma de MRV que passou por consulta pública em 2026 põe o cimento na primeira fase, com plano de monitoramento em 2027, mas o texto final ainda não foi publicado. As multas podem chegar a 3% do faturamento bruto.
Desde 1º de janeiro de 2026, o cimento importado pela União Europeia gera para o importador a obrigação de entregar certificados CBAM sobre as emissões embutidas, e a primeira declaração vence em 30 de setembro de 2027. O preço de referência do terceiro trimestre de 2026 foi de € 82,32 por tonelada. Sem dado verificado da fábrica, vale o valor padrão com acréscimo de 10% em 2026, 20% em 2027 e 30% a partir de 2028.
Com os dados reais da fábrica, o agente de planejamento simula quanto custa e quanto reduz trocar combustível fóssil por resíduos ou biomassa e trocar parte do clínquer por adições como escória, pozolana e calcário, e ordena as opções pelo custo por tonelada de CO₂ evitada. Como referência, os combustíveis derivados de resíduos já cobrem 52% do calor dos fornos de cimento na França (France Ciment, 2023).
Sim. Cada valor tem linhagem até o dado de origem, fator de emissão versionado e histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3. A mesma base atende o SBCE, o CBAM, o relato voluntário no padrão ISSB (Resolução CVM 193) e os pedidos de clientes por pegada de carbono do produto.