Produza químicos de baixo carbono com monitoramento preciso. Otimize com CarbonOS.











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Respostas curtas sobre calor de processo, matérias-primas, custos e regras de carbono na química. Para ver isso com os dados da sua planta, agende uma demonstração.
A Carbonova liga os dados de reatores, fornos, caldeiras, utilidades e energia ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA que calcula as emissões por unidade e por produto, aponta desvios no consumo de vapor, gás e eletricidade e compara cenários pelo custo por tonelada de CO₂ evitada. O Carbonova Build, em acesso antecipado, acrescenta simulação de processo com análise pinch, controle avançado e sensores virtuais.
Vêm sobretudo da queima de combustível para gerar calor e vapor de processo, de reações que liberam CO₂ ou N₂O, como na produção de amônia e de ácido nítrico, e da eletricidade comprada. A química é o maior consumidor de energia entre as indústrias, e mais da metade da energia que o setor recebe entra como matéria-prima, não como combustível (AIE, 2018).
O SBCE (Lei 15.042/2024) exige relato de quem emite mais de 10 mil tCO₂e por ano e conciliação com cotas acima de 25 mil tCO₂e. Na proposta de cronograma de MRV que passou por consulta pública em 2026, a química está na segunda fase, com plano de monitoramento até 2029, e o texto final ainda não saiu. Quem exporta fertilizantes ou hidrogênio para a União Europeia fornece dados de emissões aos importadores sujeitos ao CBAM.
A Lei 14.948/2024 define como hidrogênio de baixa emissão o que tem até 7 kgCO₂e por kg no ciclo de vida, valor mantido até 2030, e cria a certificação SBCH2. O PHBC (Lei 14.990/2024) concederá créditos fiscais entre 2030 e 2034 por procedimento concorrencial, com prioridade para projetos que usem o hidrogênio em setores como fertilizantes, química e petroquímica (Decreto 13.096/2026). Os agentes de e-Fuels Intelligence da Carbonova calculam a pegada por lote como evidência para a certificação, sem certificar.
Com os dados reais da planta, o Carbonova Build faz análise pinch das trocas térmicas e mostra onde o calor rejeitado pode pré-aquecer cargas ou gerar vapor, e o agente de planejamento do CarbonOS ordena as opções pelo custo por tonelada de CO₂ evitada. A margem costuma ser grande: entre 20% e 50% da energia que entra na indústria dos EUA se perde como calor residual (Departamento de Energia dos EUA, 2008).
O Asset Graph monta um gêmeo digital das unidades, correntes e fluxos de energia, o que permite ao Carbon Intelligence atribuir a cada produto as emissões de vapor, eletricidade e matérias-primas, com dados de SCADA, medidores e ERP como SAP ou TOTVS. O Proof Engine guarda a linhagem e o fator de emissão versionado de cada número, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3, para clientes e verificadores.