Energia e carbono do aeroporto inteiro, do terminal ao pátio.







O Decreto 13.094/2026 regulamentou o ProBioQAV, criado pela Lei 14.993/2024: operadores aéreos que emitem 10 mil tCO₂ ou mais por ano terão de reduzir as emissões dos voos domésticos em 1% a partir de 2027, chegando a 10% em 2037. Na UE, o ReFuelEU Aviation exige 2% de SAF desde 2025 e 6% a partir de 2030.
Pelo AFIR, o Regulamento (UE) 2023/1804, os aeroportos da rede transeuropeia já devem fornecer eletricidade às aeronaves estacionadas nas posições de contato. Até o fim de 2029, a exigência chega às posições remotas, e a partir de 2030 essa energia não pode vir de combustíveis fósseis.
Os resultados do 16º ano da Airport Carbon Accreditation, publicados em março de 2026, somam 590 aeroportos acreditados em 91 países, com 53,6% do tráfego mundial de passageiros; 21 chegaram ao nível 5, que exige corte de pelo menos 90% nos Escopos 1 e 2. Do nível 3 em diante, o Escopo 3 de pousos, decolagens e acesso ao aeroporto entra no inventário verificado.
Situação em novembro de 2026. Regras e prazos podem mudar.

Respostas curtas sobre inventário, Airport Carbon Accreditation e as regras que chegam ao pátio. Para ver tudo isso com os seus dados, agende uma demo.
No Escopo 1, a frota própria, os geradores, as caldeiras, os gases refrigerantes da climatização e os treinamentos de combate a incêndio. No Escopo 2, a eletricidade comprada para o terminal, a climatização, o sistema de bagagens e a iluminação de pista. No Escopo 3, o ciclo de pouso e decolagem das aeronaves, o uso da APU no solo, os equipamentos de rampa de terceiros, o acesso de passageiros e funcionários, os resíduos e os concessionários. O CarbonOS segue o GHG Protocol e as orientações da Airport Carbon Accreditation.
Ele organiza o inventário como cada nível pede: Escopos 1 e 2 no nível 1, a comparação com os anos anteriores no nível 2, o Escopo 3 e o engajamento de parceiros no nível 3, e metas absolutas alinhadas a 1,5 °C ou 2 °C a partir do nível 4. O Proof Engine reúne as evidências que o verificador independente pede. A acreditação é concedida pelo programa, não pela Carbonova.
O ciclo de pouso e decolagem é calculado a partir dos movimentos do AODB, por tipo de aeronave e tempos de taxiamento, e o uso da APU, a partir do tempo em solo em cada posição. O Supply Chain reúne o consumo informado por companhias aéreas, operadores de solo e concessionários e separa o dado primário da estimativa. Onde falta dado, entra um fator médio com fonte registrada, e o relatório mostra o peso de cada estimativa.
Sim. O Signal Ingest lê os medidores de energia, o BMS do terminal, o SCADA da subestação, o AODB e o ERP (SAP, TOTVS e outros) por API, conexão ao banco de dados ou importação de arquivos, com acesso somente leitura. Nenhum dado precisa ser redigitado.
Na UE, o AFIR exige eletricidade para aeronaves estacionadas nas posições de contato e, até 31 de dezembro de 2029, nas posições remotas dos aeroportos da rede transeuropeia; o ReFuelEU Aviation exige 2% de SAF desde 2025 e 6% a partir de 2030; e a CSRD alcança empresas com mais de 1.000 empregados e faturamento acima de 450 milhões de euros. No Brasil, o ProBioQAV começa em 2027, e a Resolução CVM 244/2026 tornou voluntário o relato pelas normas ISSB, mas exige que companhias abertas que não relatarem expliquem por quê a partir de 2027. Confirme os detalhes com a sua equipe jurídica.
As contas de energia e a leitura dos medidores, os registros de combustível da frota e dos geradores e uma exportação de um ano de movimentos de aeronaves. Na demo, a Carbonova mostra como esses dados viram inventário por ativo e por passageiro, e o que envolve conectar o BMS e o AODB.