Otimizando a eficiência e confiabilidade de data centers com tecnologia inteligente. Transforme seu data center com CarbonOS.











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Respostas curtas sobre energia, PUE, Escopo 2 e regras de carbono em data centers. Para ver tudo isso com os dados da sua instalação, agende uma demonstração.
A Carbonova liga ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA, os medidores de energia, os dados de SCADA e IoT da infraestrutura elétrica e de climatização e os contratos de energia do data center. O CarbonOS calcula o PUE, a energia por kWh de TI e as emissões de Escopos 1 e 2, aponta desvios de consumo e ordena medidas de eficiência pelo custo e pelo CO₂ evitado. Ele não comanda a refrigeração: entrega análise e evidência para a equipe de operação decidir.
Quase tudo vem da eletricidade: a que alimenta os equipamentos de TI e a que vai para refrigeração, conversão de energia e iluminação. O PUE, razão entre a energia total da instalação e a de TI, mede esse excedente, e a média do setor ficou em 1,52 em 2026 (Uptime Institute, 2026); no mundo, os data centers consumiram 485 TWh em 2025 (AIE, 2026). As emissões diretas vêm sobretudo dos geradores a diesel e dos vazamentos de gases refrigerantes.
O SBCE (Lei 15.042/2024) vale para operadores de instalações que emitem mais de 10 mil tCO₂e por ano, e a proposta de cronograma de MRV, ainda sem versão final, não lista data centers em nenhuma das três fases; a geração de eletricidade entra na segunda. Para empresas abertas, o relato no padrão ISSB (Resolução CVM 193) é voluntário desde a Resolução CVM 244, de 2026, e inclui o Escopo 2, a energia comprada, que é a maior parte da pegada de um data center.
O Redata (Lei 15.504/2026) suspende PIS/Pasep, Cofins, IPI e Imposto de Importação na compra de componentes eletrônicos e produtos de TIC para o ativo da empresa habilitada. Em troca, o operador deve atender toda a demanda de eletricidade com contratos ou autoprodução de fontes renováveis ou de baixa emissão, manter índice de eficiência hídrica (WUE) de até 0,05 litro por kWh, medido todo ano, e investir 2% do valor dos produtos em pesquisa. O CarbonOS organiza as evidências de energia e água para o relatório de sustentabilidade exigido.
O CarbonOS cruza o consumo medido com os contratos de energia e os certificados de energia renovável, calcula o Escopo 2 pelos métodos de localização e de mercado e guarda a evidência de cada MWh declarado. Isso importa porque o GHG Protocol está revisando o Escopo 2: a consulta sobre correspondência horária e entregabilidade terminou em janeiro de 2026, e a norma final é esperada para 2027. Guardar a medição com a maior resolução disponível já prepara o operador para essa mudança.
Sim. O CarbonOS lê medidores de energia, dados de SCADA e IoT da infraestrutura elétrica e de climatização, notas fiscais (NF-e) de energia e do diesel dos geradores e ERPs como TOTVS, SAP e Oracle, e normaliza e versiona tudo. Cada valor guarda a linhagem até o medidor ou a nota de origem, o fator de emissão versionado e o histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3, o que atende auditores, clientes de colocation e investidores.