Energize o futuro com monitoramento preciso de redes. Otimize com CarbonOS.











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Respostas curtas sobre perdas, Escopo 2, custos e regras de carbono em energia e utilities. Para ver tudo isso com os dados da sua empresa, agende uma demonstração.
A Carbonova liga dados de SCADA, medidores e ERP ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA que calcula as emissões da geração, das perdas na rede e da frota, aponta anomalias de medição e consumo e compara medidas pelo custo por tonelada de CO₂ evitada. Para ativos de geração, o Carbonova Build, em acesso antecipado, acrescenta manutenção prescritiva. A mesma base gera os relatórios para SBCE, ISSB e GHG Protocol.
Na geração térmica, da queima de gás, carvão ou óleo; nas redes, das perdas de energia, que entram no Escopo 2 de quem opera a transmissão ou a distribuição, e de vazamentos de SF₆ em equipamentos isolados a gás. Em média, cada kWh gerado no mundo emitiu 435 gCO₂ em 2025 (AIE, 2026), por isso a mesma perda pesa muito mais em redes com muita geração fóssil.
O SBCE (Lei 15.042/2024) exige relato de quem emite mais de 10 mil tCO₂e por ano e conciliação com cotas acima de 25 mil tCO₂e. Na proposta de cronograma de MRV que passou por consulta pública em 2026, a eletricidade está na segunda fase, com plano de monitoramento até 2029, e o texto final ainda não saiu. O relato no padrão ISSB (Resolução CVM 193) passou a ser voluntário em maio de 2026.
Em 2025 as perdas somaram cerca de 14,3% da energia injetada nas redes de distribuição, e só as perdas técnicas custaram cerca de R$ 11,7 bilhões (ANEEL, 2026). A tarifa cobre apenas os níveis regulatórios considerados eficientes, e a diferença em geral fica com a concessionária. Como as perdas técnicas entram no Escopo 2 da distribuidora, reduzi-las corta custo e emissões ao mesmo tempo.
O GHG Protocol está revisando o Escopo 2: a consulta sobre correspondência horária e entregabilidade no método de mercado terminou em 31 de janeiro de 2026, uma segunda consulta está prevista para 2026 e a norma final é esperada para 2027. O CarbonOS guarda os dados de energia e os fatores de emissão versionados, por isso o inventário pode ser recalculado quando a regra mudar, sem refazer a coleta.
O Signal Ingest conecta SCADA, medidores, sensores IoT, ERP como SAP, TOTVS ou Oracle e notas fiscais eletrônicas de energia e combustível, e normaliza e versiona os dados de geração, perdas e consumo. O Proof Engine guarda a linhagem de cada número até a origem, com fator de emissão versionado e histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3, o que facilita a verificação por terceiros.