Monitore emissões
de Oil & Gas com precisão. Otimize com CarbonOS.

PARCEIROS TECNOLÓGICOS










.avif)

.avif)


.avif)

.avif)

Respostas curtas sobre queima em flare, metano, custos e regras de carbono em óleo e gás. Para ver tudo isso com os dados da sua operação, agende uma demonstração.
A Carbonova liga dados de SCADA, de vazão e de energia ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA que calcula as emissões por fonte (combustão, queima em flare, ventilação e fugitivas estimadas a partir de dados de processo), aponta desvios e compara medidas pelo custo por tonelada de CO₂ evitada. O Carbonova Sense, em fase piloto, infere no próprio ativo o estado de combustão do flare. A mesma base gera os relatórios para SBCE, ISSB e GHG Protocol.
As maiores fontes são o combustível queimado para gerar energia e comprimir gás, a queima em flare e o metano liberado por ventilação e vazamentos. Em 2025 o mundo queimou 167 bilhões de metros cúbicos de gás em flares, o terceiro aumento anual seguido (Banco Mundial, 2026). E cerca de 70% das emissões de metano dos combustíveis fósseis podem ser cortadas com tecnologia que já existe (AIE, 2026).
O SBCE (Lei 15.042/2024) exige plano de monitoramento e relato de quem emite mais de 10 mil tCO₂e por ano, e conciliação com cotas acima de 25 mil tCO₂e. A proposta de cronograma de MRV que passou por consulta pública em 2026 põe extração de petróleo e gás e refino na primeira fase, com plano de monitoramento em 2027, mas o texto final ainda não saiu. A queima segue a Resolução ANP 806/2020, cuja revisão parcial a ANP prevê levar a consulta pública.
Além da receita perdida, nos contratos de concessão o gás queimado em flare em prejuízo da comercialização, sem razão de segurança ou necessidade operacional aprovada ou justificada à ANP, entra no volume total de produção que serve de base aos royalties (Decreto 2.705/1998). Ou seja, paga royalties sobre gás que não foi vendido. No SBCE, as multas por descumprimento podem chegar a 3% do faturamento bruto. O CarbonOS mostra, a partir dos dados de vazão, o volume e o custo de cada evento de queima.
O Sense, em fase piloto, roda no próprio ativo e combina imagem térmica radiométrica LWIR, visão RGB e um indicador acústico para inferir o estado do flare: aceso e normal, com fumaça, degradado, apagado, ventilando ou sem vazão. Assim a equipe vê na hora quando a chama apaga ou a combustão piora. O metano ventilado é quantificado apenas em ventilação confirmada, com dados de vazão do SCADA. O Sense não é sensor de metano e não detecta vazamentos.
Sim. Cada valor tem linhagem até a origem no SCADA, no ERP (como SAP ou TOTVS) ou em medidores, fator de emissão versionado e histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3. Isso pesa porque o relato de metano está migrando de estimativas para medição: o OGMP 2.0, referência do setor, já reúne 153 empresas com 42% da produção mundial de petróleo e gás (PNUMA, 2025).