Agronegócio competitivo: créditos de carbono, EUDR e rastreabilidade. Com o CarbonOS.











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Respostas curtas sobre emissões, EUDR, créditos e regras de carbono no agronegócio. Para ver tudo isso com os dados da sua operação, agende uma demonstração.
A Carbonova liga ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA, as compras de grãos, gado e insumos, os dados de talhões dos fornecedores, o consumo de energia e combustível das plantas e imagens de satélite. O CarbonOS calcula o inventário de Escopos 1 a 3 por planta e por produto, monitora as áreas de origem por satélite com detecção de anomalias e compara medidas de eficiência e de insumos pelo custo e pelo CO₂ evitado, com evidências prontas para a EUDR e para compradores.
Vêm do gado (fermentação entérica e dejetos), dos fertilizantes nitrogenados, do diesel de máquinas e secadores, da energia das plantas e, sobretudo, da mudança de uso da terra. Agricultura, florestas e outros usos da terra responderam por 22% das emissões líquidas globais de gases de efeito estufa em 2019, e cerca de metade disso foi CO₂ do uso da terra, principalmente desmatamento (IPCC, 2022). Para uma agroindústria, as emissões das fazendas fornecedoras entram no Escopo 3.
O SBCE (Lei 15.042/2024) exclui a produção agropecuária primária, mas a proposta de cronograma de MRV, que ainda não tem versão final, põe alimentos e bebidas na segunda fase, com plano de monitoramento até 2029, o que pode alcançar agroindústrias acima de 10 mil tCO₂e por ano. Para exportar à União Europeia, a EUDR vale a partir de 30 de dezembro de 2026 para médias e grandes empresas, e o Brasil está na categoria de risco padrão.
Usinas de etanol e de biodiesel certificadas no RenovaBio emitem CBIOs, que as distribuidoras compram para cumprir suas metas, mas o preço médio caiu para R$ 21,46 em junho de 2026, o menor desde 2020 (NovaCana, 2026). O mandato de biometano da Lei 14.993/2024 abre receita para quem trata vinhaça ou dejetos, porém o CNPE fixou a meta de 2026 em 0,5%, abaixo do piso previsto na lei. O CarbonOS organiza os dados de produção e de emissões que a certificação e os compradores pedem.
O agente de cadeia de suprimentos liga cada lote comprado aos fornecedores e aos talhões de origem, o Sentinel AI cruza esses talhões com imagens de satélite para apontar sinais de desmatamento depois de 31 de dezembro de 2020, a data de corte da EUDR, e o Compliance Hub sinaliza os lotes com pendência. O resultado é um dossiê por lote, com trilha de auditoria, que o exportador entrega ao importador europeu, responsável pela declaração de diligência devida.
O CarbonOS lê compras e notas fiscais (NF-e) de grãos, gado e insumos, ERPs como TOTVS, Senior, SAP e Oracle, medidores e dados de IoT das plantas, dados de talhões e imagens de satélite, e normaliza e versiona tudo. Cada valor guarda a linhagem até a nota, o talhão ou o medidor de origem, o fator de emissão versionado e o histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3, o que serve à EUDR, ao Escopo 3 dos compradores e às certificadoras.