Otimize sua logística com monitoramento preciso de frotas. Inove com CarbonOS.











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Respostas curtas sobre combustível, emissões por embarque e regras de carbono na logística. Para ver tudo isso com os dados da sua frota, agende uma demonstração.
A Carbonova liga ao CarbonOS, uma plataforma de agentes de IA, os abastecimentos registrados em NF-e, as viagens do TMS, a operação dos armazéns no WMS e a telemetria dos veículos. O CarbonOS calcula consumo e emissões por rota, veículo, cliente e embarque, aponta desvios de consumo e compara medidas como roteirização, troca de modal e combustíveis de menor carbono pelo efeito no custo e no CO₂. A mesma base gera o inventário de Escopos 1 a 3 e os dados por embarque que os clientes pedem.
Vêm sobretudo da queima de diesel e de outros combustíveis em caminhões, navios, aviões e trens, e em menor parte da energia de armazéns e terminais. Os transportes responderam por cerca de 15% das emissões líquidas globais de gases de efeito estufa em 2019 (IPCC, 2022), e os caminhões emitem cerca de um terço das emissões do transporte rodoviário (AIE, 2025). Viagens vazias, motor ocioso e carga mal aproveitada são onde se perdem combustível e dinheiro.
O SBCE (Lei 15.042/2024) alcança operadores que emitem mais de 10 mil tCO₂e por ano, mas a proposta de cronograma de MRV, ainda sem versão final, deixa os transportes para a terceira fase, com plano de monitoramento até 2031; só a aviação está na primeira. Para empresas abertas, o relato no padrão ISSB (Resolução CVM 193) é voluntário desde a Resolução CVM 244, de 2026, e o Escopo 3 do embarcador inclui o frete contratado, o que leva os clientes a pedir dados de emissão por embarque.
Desde 2024, o EU ETS cobre metade das emissões de navios de grande porte em viagens que começam ou terminam fora da UE, como as rotas do Brasil, e todas as emissões entre portos europeus. A partir das emissões de 2026, as companhias de navegação entregam permissões por 100% do que reportam, e os leilões do EU ETS tiveram média de € 82,32 por tonelada no terceiro trimestre de 2026 (Comissão Europeia, 2026). O CarbonOS calcula as emissões por embarque e por rota para comparar modais com esse custo.
O agente de cadeia de suprimentos calcula as emissões logísticas de cada embarque a partir dos dados de viagem, combustível e carga, para que a transportadora entregue a cada embarcador as emissões do seu próprio frete, que ele relata nas categorias 4 e 9 do Escopo 3 do GHG Protocol. O mesmo agente avalia as transportadoras subcontratadas com scorecards de fornecedor, de modo que os trechos terceirizados entram na conta com o mesmo método.
O CarbonOS se conecta a TMS e WMS, à telemetria e a dispositivos IoT, às notas fiscais (NF-e e NFS-e) e a ERPs como TOTVS, Senior, SAP e Oracle, e normaliza e versiona os dados. Cada número de emissão guarda a linhagem até a viagem ou a nota de origem, a versão do fator de emissão usado e o histórico de alterações, em linha com a norma de verificação ISO 14064-3, para que relatórios a clientes e investidores possam ser conferidos linha a linha.